MonkeyBusiness vem da época quando Marco Franzolim trabalhava como diretor de arte em agências de publicidade. Quando a agência recebia um job que tinha uma apresentação, ninguém queria fazer, por que perto dos anúncios de página dupla e dos filmes de TV, era considerada uma mídia menor. Então a apresentação ia pingando até cair nas mãos do estagiário. Era comum ouvir a expressão "trabalho de macaco" para retratar o trabalho de se fazer uma apresentação (já que muitas vezes se restringia a um template). Como a MonkeyBusiness é especializada no "trabalho de macaco", e como a expressão significa algo perto de brincadeira ou traquinagem, seguimos com o nome, já que somos uma agência nova, de pessoas jovens e antenadas, com um ambiente agitado, e bastante descontraído, um dos motores da nossa qualidade.
Nosso trabalho é completo; pensamos em cada detalhe da apresentação. Primeiro, colocamos a disposição nosso roteirista, que irá estruturar o raciocínio lógico da apresentação, contando sua história da forma mais didática e objetiva possível. Depois, passamos para a criação visual das telas; um diretor de arte fica responsável por criar a linha visual da apresentação e é ele quem gerencia a equipe até o final do trabalho.
O macaco é um Babuíno. É ele quem nos inspira. Sua natureza diz para não temer a ninguém, mesmo que seja maior ou mais forte. Uma espécie evoluída, mas que segue seus instintos; nunca recua e sempre defende seus domínios.
O principal benefício é o de atingir o objetivo de comunicação do apresentador. Assim como ninguém com uma máquina fotográfica é um grande fotógrafo(a), saber mexer no PowerPoint não significa que o resultado final é uma boa apresentação. Nossos profissionais atuam como verdadeiros consultores em todas as etapas que envolvem uma apresentação, para que o trabalho se torne uma ferramenta de comunicação para quem o utiliza.
Após a aprovação do roteiro, o próximo passo é a criação da Direção de Arte (DA), ou seja, a linha visual da apresentação. Nosso diretor de arte cria baseado em referências do nosso portfólio ou em materiais da empresa já existentes. Enviamos então a DA, que normalmente tem de 4 a 5 slides prontos, para que o cliente possa entender como serão feitas as aplicações de títulos, textos, gráficos, imagens e animações das apresentações.
Sim. Porém, precisamos saber disso antes de começarmos a desenvolver o trabalho, pois isso interfere no processo de criação. É o que chamamos de ‘apresentação editável’; criamos todo o layout no Photoshop, exportamos para o PowerPoint e as caixas de texto ou os gráficos ficam em caixas de texto abertas, bastando apenas clicar para alterar seu conteúdo.
Nossa formação de preço é bastante simples.
1. Roteiro: essa etapa é a única opcional. Fica a critério do cliente escolher se ele prefere que trabalhemos no conteúdo e raciocínio lógico da apresentação.
2. Direção de Arte: um preço fechado para a criação da linha visual da apresentação.
3. Quantidade de telas: preço cheio por cada tela nova, e quando aproveitarmos a criação, o valor cai um pouco (é o que chamamos de desdobramento).
4. Banco de Imagens
A soma de cada etapa é o valor final do orçamento.
Claro. Temos um roteirista especializado nisso. Em uma reunião, ele irá colher informações cruciais sobre o seu negócio, produto ou estratégia para começar a estruturar sua apresentação de uma forma objetiva e vendedora. Depois disso, nossa equipe de criação entrará no processo. Caso você não tenha referências visuais, basta dizer o que o agrada para que nossos criativos possam desenvolver o trabalho.
Claro. Não são raros os trabalhos onde temos que seguir um guia de aplicações enviado pela empresa. Mesmo dentro desses padrões, conseguimos adicionar elementos criativos para enriquecer a apresentação. Vale lembrar que uma boa apresentação vai além da questão estética; por isso aliamos criação visual com um roteiro objetivo.
Isso varia muito. Primeiramente, é óbvio que a quantidade de telas influencia demais. Outro fator importante são as etapas de aprovação: Roteiro, Direção de Arte e apresentação final.
Um roteiro demora até 2 dias para ser produzido. A Direção de Arte, aproximadamente 1 dia. Se considerarmos, por exemplo, uma apresentação de 30 slides, com o roteiro sendo produzido na segunda-feira, considerando que tudo será aprovado de primeira, até sexta-feira no final do dia, conseguimos terminar a apresentação (sem a rodada de alterações).
Tudo isso pode variar de acordo com a necessidade dos nossos clientes.
Não. Nós usamos bancos de imagens pagos e, é claro, a criatividade de nossos profissionais para conseguir fazer montagens e criações que vão além de simples imagens prontas diagramadas em um slide.
Não. Nossa mídia é o PowerPoint, e explicamos o motivo.
Flash: extremamente difícil de fazer qualquer tipo de alteração, além de não ter sido desenvolvido para criar apresentações. Todos duvidam do potencial do PowerPoint, mas não é raro ouvirmos: “Nossa, parece até flash!” Isso é um preconceito que existe no mercado, mas que aos poucos estamos conseguindo mudar.
Keynote: é muito limitado quando comparado ao PowerPoint, além de só rodar em Macintosh. Além disso, os Macintoshs têm suas versões do Office, então, mais do que nunca, não é necessário fazer algo em Keynote.
Prezi: ele tem um formato diferente de montar e animar uma apresentação, mas ele é focado em apresentadores interessados em colocar a mão na massa. Nós garantimos: nosso trabalho vai além da plataforma e garantimos um pensamento completo por trás de cada apresentação que fazemos.
Claro. Além de fazermos as apresentações, temos o serviço de coaching ao final do processo. Ele é oferecido aos apresentadores que não se sentem confortáveis falando em público ou para os que desejam aprimorar ainda mais seu discurso. Em uma reunião de 1 hora de duração, nossa profissional filma o orador usando a apresentação desenvolvida pela MonkeyBusiness. Ao final, o vídeo é analisado e técnicas de expressão corporal, entonação de voz e uso de palavras são transmitidas.
Não fazemos. Trabalhar com materiais impressos exige imagens em alta resolução, além de programas específicos e cuidados na hora de imprimir. Preferimos manter o foco nas apresentações.
Fazemos sim. Nossos vídeos são animações, feitas em PowerPoint e depois convertidas em formato de vídeo. Não fazemos nenhuma captura de imagens ou edições de materiais já existentes. Na home do nosso site temos alguns exemplos de vídeos desenvolvidos por nós.
Isso depende da etapa em que seu trabalho se encontra. Aceitamos alterações no roteiro e na DA. Entendemos que são etapas cruciais e, por isso, merecem ser alteradas até que fique de acordo com as expectativas dos nossos clientes. Quando essas duas etapas são aprovadas e nós criamos o restante das telas, acreditamos que apenas uma rodada de alterações seja suficiente para chegar ao resultado final.
É a definição da estrutura e da história a ser contada. Independente do objetivo da apresentação, ela sempre terá: início, meio e fim. O que se faz é uma engenharia reversa, e o roteiro é pensado de trás pra frente: “Qual a mensagem principal que você quer deixar para seu público ao final da apresentação?” A resposta para essa pergunta define toda sua estrutura; é através dela que a história se monta. O roteiro é a primeira etapa da apresentação, e é opcional.
Em casos onde o cliente já possui algum material que esteja acostumado a usar, o roteirista pode trabalhar apenas na arquitetura de informação. Isso significa organizar melhor o conteúdo e sugerir algumas alterações no raciocínio, ou simplesmente revisar o material enviado antes de passar para a criação desenvolver a linha visual da apresentação. Essa etapa também é opcional.