A Evolução do Motion Branding: do Estático ao Movimento

Marcas evoluem. Vemos com bastante frequência a evolução dos logos e dos manuais de marca. E essa evolução não está apenas no design dos seus logos. Marcas também mudam de acordo com seus locais de nascença. Afinal, todas as marcas eram locais no começo. E a maioria delas eram marcas pessoais de seus fundadores. E, nesse estado mais primitivo do branding, tudo era mais simples: Marcas não passavam de simples histórias contadas sobre a pessoa que a criou. Assim como o que ela buscava com essa marca. Nesse artigo, vamos ver como as marcas evoluíram, principalmente da sua percepção como forma estática até como elas funcionam com movimento: o Motion Branding.

Marcas são histórias. Talvez sejam a maior compilação possível de uma história. Naquele logo, naquela peça criativa está a história da marca e o que aquela empresa busca entregar com seus produtos e serviços. E, essa base veio desde o começo das marcas, e podemos dizer que ela está mais forte ainda hoje, em um momento do Motion Branding. As marcas começarama a vender valor desde o momento onde pessoas imprimiram marcas em sacos de produtos ou barris. E então veio a industrialização. E, de repente, As marcas puderam multiplicar suas histórias para mais e mais pessoas. E elas conseguiram entregar o mesmo pão ou as mesmas correias com total precisão. Em qualquer lugar ou qualquer momento, comprar um produto com aquela mesma marca impressa nele garantia sua qualidade e o que esperar dela.

O Motion Branding e a manutenção da marca

E as marcas continuaram vivas, agora como garantia de um produto repetível e previsível. E todos nós amamos um produto previsível. Afinal, ele nos traz a tranquilidade do que vamos encontrar nele. E o poder das marcas como recipientes de histórias se fez valer mais e mais. A história da marca era seu produto e o seu produto era sua marca. Tudo se juntou então.

Era então um momento onde empresas estavam trabalhando para uma experiência de produto previsível e repetível. Os BigMacs se tornaram a personificação do McDonalds. Sa mesma forma que o Fusca era a mais próxima definição da Volkswagen. O núcleo dessas marcas era o próprio produto e seu sucesso dependia do seu poder de repetição. O produto era a marca e a maneira de vendê-los também se baseava no poder de repetição. Ou seja, gritando o produto e repetindo a mensagem em outdoors, comerciais de TV e anúncios em revistas. Não é à toa que coincide com o nascimento da publicidade. Tudo, desde a fabricação até a venda de carros, assumiu a forma de uma esteira industrializada. E nosso cérebro adorou.

Mas então veio o nascimento da Internet, e a marca mudou para sempre.

A internet democratizou as informações e, de repente, não precisamos contar com a mídia de massa nos dizendo o que comprar. Estavamos em um momento de comunicação em duas ou mais vias. Poderíamos ouvir nossos amigos em redes sociais, poderíamos ler resenhas em blogs ou até mesmo desafiar as empresas diretamente, conversando com elas online. Os canais mudaram e assim as nossas expectativas. Queríamos nos envolver mais do que apenas ver produtos. E é nesse momento em que o Motion Branding começou a se fazer visível. E cada vez mais necessário. Tudo por que ele entrega tudo o que as marcas precisam em um momento de comunicação cada vez mais rápida e completa.

Afinal, comunicar sua marca com movimento imprime mais uma força de comunicação à ela. Todas essas histórias que estão por trás de um logo podem ser reveladas através de pequenas e rápidas animações que vão formar esse logo. Nessas animações é onde o Motiuon Branding reside. Ele retrata a marca e suas camadas de informações, visões e ideias.

A marca suas camadas

Simon Sinek resume essas camadas de histórias inspiradoras, imaginando-as como uma cebola. Ou seja, camadas de valores em torno da marca. Enquanto a maioria das empresas começa na camada “o quê” e talvez em seguida exponha a camada “como” – para ele, as empresas bem-sucedidas e inspiradoras falam sobre “porque” como início. Saber essa sequência de exposição das ideias da marca é essencial para o Motion Branding: através das animações do logo da marca, os pilares do Golden Circle de Simon Sinek podem ser colocados e reforçar a marca.

Ao contrário do que o Motion Branding propõe, reforçando aspectos importantes da marca, sabemos que a maioria das empresas ainda está presa em um momento inicial do branding. Esse momento foi importante na época da revolução industrial, onde o logo representava a qualidade e entrega da marca, garantindo o que o público veio buscar. Nesse momento, o logo basta para mostrar que aquele produto é produzido por determinada marca e traz um aspecto de familiaridade para quem o compra. Como falamos acima, funciona, mas ainda é um estágio de marca primário que deve ser desenvolvido.

O papel do Motion Branding no desenvolvimento de marcas

Desenvolver sua marca é sair do estágio de marca de industrialização para marca de relacionamento. Essa mudança altera a posição da marca perante o consumidor. Ela não é mais apenas um logo estampado em um produto. Essa marca passa a assumir características mais avançadas. E passa então a dialogar com seus públicos. Pense na Apple e em como eles “vazam” alguns de seus produtos semanas antes de um lançamento real. Com isso, iniciam uma discussão com seus usuários, porque os valorizam e querem surpreendê-los positivamente.

Concluindo: Mais uma vez, percebemos que transformar logos através do movimento é essencial para desenvolver o Motion Branding da sua empresa. E assim expor as características que são importantes que seu consumidor reconheça nela. Através da animação é possível manter o logo sempre em movimento, e mudando ora para logo, ora para a representação gráfica de algum valor. Essa transição em looping caracteriza o motion branding e pode reforçar informações importantes da sua marca para seus stakeholders.

 

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