Vídeo em Whiteboard: para entender, às vezes é melhor desenhar!

Talvez a melhor maneira de começar a dissertar sobre um vídeo em Whiteboard seja partir da tradução literal do termo – um quadro em branco. Afinal, este formato, que também atende por Draw My Life só os anglicismo no rolê funciona exatamente como um universo aberto de inúmeras possibilidades.

A definição do vídeo em Whiteboard

O vídeo em Whiteboard é, para todos os efeitos, aquele que leva a pergunta retórica “entendeu ou quer que eu desenhe?” beeem ao pé da letra, uma vez que utiliza traços, cores e movimento para explicar tudo o que vê pelo caminho.

Se pararmos para refletir, veremos que o Whiteboard é o equivalente, em vídeo, à professora mais fofa que você teve durante o Fundamental 1. Aquela que fazia questão de transformar qualquer bicho de sete cabeças de uma questão matemática em imagens lúdicas, simpáticas e nada ameaçadoras, para que você se divertisse enquanto aprendia.

Aliás, é muito curioso pensar em como tanta gente, depois de crescer, passa a interpretar o didatismo como uma afronta ou forma de diminuição. Parece que, ao longo do tempo, vamos adquirindo cada vez mais receio de simplesmente levantar a mão para dizer que não entendemos alguma coisa, como se a dificuldade de compreensão fosse diretamente associada a um intelecto inferior.

Mas aí olhamos para o lado e avistamos o vídeo em Whiteboardum dos formatos mais atraentes da indústria, o queridinho do ambiente corporativo, a carta na manga que encerra a partida e vence o jogo.

Hmmm, bom… então, parece que mesmo as pessoas que nunca dão o braço a torcer, no fundo, estão doidas para resgatar aquela lucidez que só um conteúdo didático pode oferecer. Sobretudo quando o assunto é complicado!

Um bom exemplo de como funciona um vídeo em whiteboard

Quer um exemplo da efetividade que um vídeo lúdico e didático em formato Whiteboard pode gerar para o seu negócio?

Pois bem: conheça a Júlia. A Júlia é aspirante a empreendedora, e se vê como a futura sócia de uma empresa de logística de suprimentos. Sua maior ambição é ter alguma ideia “fora da curva”, que venha revolucionar seu ramo de atuação, e que possa aparecer como seu principal diferencial competitivo frente à concorrência.

Durante uma noite de chuva torrencial, ela acorda de repente. Se depara com seu gato, Pollock, que a encara no fundo dos olhos. Ainda um pouco entorpecida pela sonolência, ela começa a conversar com ele. Durante um discurso embaralhado e desconexo, surge uma ideia genial relacionada ao seu ramo de atuação. Entre um bocejo e outro, ela percebe que precisa anotar aquelas linhas de raciocínio. Corre para pegar uma caneta na escrivaninha, um pedaço de papel e se põe a escrever em linhas tortas.

Amanhece. Ela olha para o pedaço de papel e encontra apenas o garrancho da palavra “pinguim”. Sem entender, ela percebe que a ideia macro está ali, na frente dela, mas que todos os detalhes que compunham o seu diferencial se foram!

Júlia se veste rapidamente, se despede de Pollock e decide caminhar pelas ruas para tentar, entre um passo e outro, reencontrar sua ideia. Começa a olhar para os lados à procura de alguma pessoa aparentemente desocupada. Encontra um senhor lendo jornal, sentado em banco próximo dali. Ela se aproxima dele e logo pergunta:

Quer ouvir uma ideia genial?!

Antes que ele possa responder, ela se põe a discursar. Mas embora sua eloquência e desenvoltura demonstrem que ela domina o assunto, as palavras parecem jogadas ao vento.

O senhor do banquinho parece preocupado, pois tudo o que ele consegue assimilar são palavras desconexas sobre um contexto ao qual não tem familiaridade alguma! Logo, ele inventa qualquer desculpa para se desvencilhar da situação e vai embora dali a passos largos.

Frustrada, ela volta para casa. Ao entrar em seu quarto, Júlia dá de cara com uma lata de tinta – que seria usada para pintar as paredes de seu quarto no fim de semana – derrubada no chão. Ela arregala os olhos e entra no quarto. Dá de cara com Pollock em cima da cama, com o pelo coberto de tinta azul e muitas marcas de patas por toda a superfície do edredom. Ele também arregala os olhos e dá um salto, correndo para longe para evitar possíveis conflitos.

Possessa, Júlia se aproxima da cama e consegue identificar todo o percurso feito pelo gato só de ver os rastros deixados por ele. Seu edredom – antes branco – de repente parece uma pintura rupestre, na qual as marcas deixadas para trás são capazes de contar uma história.

Esse pensamento atinge a mente de Júlia como um raio de luz.

Tudo parece tão claro agora!

Na mesma hora, ela corre para a escrivaninha, pega uma folha em branco, um giz de cera e começa a desenhar. Algumas palavras-chave que compõem o cerne de sua ideia genial começam a aparecer na superfície. Entre um diagrama e outro, ela sente a necessidade de criar um personagem que guie a história do serviço que ela tenta traduzir em imagens. E qual é o personagem escolhido? Um pinguim!

Duas horas depois, Júlia tem mais de 10 folhas nas mãos, todas preenchidas pela sua ideia. Finalmente, ao completá-la, encontra seu gato, dá um grande beijo em sua cabeça e corre para a rua com as folhas debaixo do braço.

Ao abordar a primeira pessoa disposta a ouvi-la, passa a explicar sua ideia com o auxílio dos desenhos. Assim, a pessoa abre um sorriso de orelha a orelha e diz, empolgada:

Caramba, isso vai ajudar tanta gente!

Júlia sorri, satisfeita.

A conclusão sobre o vídeo em Whiteboard

Viu só? Mesmo em formato rudimentar, essas folhas em branco, preenchidas por elementos que representam e esclarecem ideias através de símbolos, diagramas, personagens e palavras-chave são o que compõe o conceito-base do Whiteboard.

Agora, adicione vida e movimento às páginas da Júlia e você terá um belo exemplo de um vídeo em Whiteboard – que pode, inclusive, vir a conquistar não apenas os desavisados que ouvirão suas grandes ideias mirabolantes na rua, mas também os grandes empresários do seu ramo de atuação!

Assim, mesmo que todos pareçam ter uma certa resistência ao didatismo, a verdade é que ninguém resiste a uma boa explicação que seja capaz de esclarecer qualquer dúvida e, de quebra, oferecer um bom entretenimento.

O Pollock já sujou o chão da casa de toda a equipe de animação da MonkeyBusiness, então todo mundo já descobriu as maravilhas do vídeo em Whiteboard há muito tempo! Então, o que está esperando? entre em contato conosco e descubra tudo o que esses talentosos profissionais andam aprontando neste formato de animação!

Somos a MonkeyBusiness. Estúdio de Animação. Produtora de Vídeo. Agência de Apresentações Criativas. Apaixonados pelo poder de comunicação do Motion Design e especialistas em vídeo em whiteboard.

Conte com a MonkeyBusiness. Planejamos, roteirizamos, criamos e produzimos animações, vídeos e apresentações inteligentes, criativos e mais eficientes. E não importa o visual ou o formato. Nós criamos para empresas e profissionais que buscam se comunicar através do design em movimento.
Portanto, Temos times de atendimento, planejamento, roteiro, direção de arte e motion design. Todos eles dedicados a criar vídeos, animações e apresentações, transformando conteúdo corporativo em resultados. Assim, estamos prontos para trabalhar no seu próximo projeto em Motion Design. Seja ele em vídeo, animação ou apresentação. Clique aqui e vamos falar sobre sua próxima animação, vídeo ou apresentação!

MonkeyBusiness: seu estúdio de animação. Produtora de vídeo. E agência de apresentações criativas

Estúdio de animação. Produtora de vídeo. Agência de apresentações criativas com Motion Design. Acreditamos na estratégia, roteiro e motion design para uma comunicação mais eficiente, inteligente e, logicamente, animada. www.monkeybusiness.com.br. Veja mais nos nossos canais do Vimeo e Youtube.